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Publicações arquivadas desta categoria

Sonia Racy publica nota sobre Fernando Meirelles e a O2

Publicado por admin em 25 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

A nota abaixo foi publicada na coluna da jornalista Sonia Racy, que escreve para o Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo.

Estadao - Estadao

Diretor de “José e Pilar” na Bienal do Livro

Publicado por admin em 18 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

Miguel Mendes, diretor do documentário “José e Pilar” participará nessa quinta-feira (18), de um debate sobre a vida e obra do escritor português José Saramago. O debate faz parte da programação da 21ª Bienal do Livro, em São Paulo.
Confira abaixo a matéria, publicada pelo jornal O Estado de São Paulo, que fala sobre o debate e seus convidados.

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O documentário “José e Pilar” é uma co-produção da O2 com a produtora espanhola El Deseo e a portuguesa Jumpcut. Ele acompanha a vida pessoal e profissional do escritor português José Saramago ao lado de sua mulher, a jornalista Pilar Del Rio.

Nossa gente da O2

Publicado por admin em 18 Ago 2010 | sob: Sem Categoria

A assistente de casting da O2 Filmes, Fernanda Versolato, antes de exercer a sua função na Casa de Elenco da O2, trabalhou na área de produção de elenco do longa “Cabeça Premio”. O filme teve seu lançamento na noite de ontem em um cinema em Campo Grande, MS.

“Olá gente!
Estou mandando algumas fotos do lançamento do “Cabeça a Prêmio” ontem em Campo Grande.
É com muita alegria que divido com vocês esse momento tão especial.
Beijos
Fernanda”

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Marina Silva

Publicado por admin em 26 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

Começaram ontem na ex-sede da Trattoria , na Lapa, as gravações dos programas de TV da campanha da Marina Silva. A O2 não está envolvida na produção mas o diretor dos programas é o nosso Celso Yamashita com assistência do ex-heroi Fernando Tiezzi. Para acertar os textos finais foi chamado o Thiago Dottori. As vinhetas estão sendo criadas pelo Batata. De certa forma um pouco do nosso espírito está ali.

Xingu no portal G1

Publicado por admin em 23 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

As filmagens do novo longa da O2, Xingu, de Cao Hamburger, começam hoje. O portal Pop & Arte, do site G1 da Globo.com, divulgou matéria às 9:58 de 23 de julho de 2010.

Filmagens de ‘Xingu’ começam nesta sexta-feira no Tocantins
Longa de Cao Hamburger irá contar história dos sertanistas Villas Bôas.
Após queda de avião no início da semana, dois seguem hospitalizados.

Começam nesta sexta-feira (23), no Tocantins, as filmagens de “Xingu”, novo longa-metragem de Cao Hamburger, que contará a história dos irmãos Orlando, Claudio e Leonardo Villas Bôas. Os sertanistas foram os idealizadores da reserva do Xingu, primeira terra indígena homologada pelo Brasil em 1961.

O cineasta gravou nesta semana um vídeo (assista ao lado) em que revela detalhes sobre o processo de produção do longa, o terceiro depois de “O ano em que meus pais saíram de férias” e o infantil “O castelo Ra-tim-bum, o filme”.

“Xingu” tem no elenco os atores João Miguel (Claudio), Felipe Camargo (Orlando) e Caio Blat (o caçula, Leonardo). Além deles, cerca de 250 índios da própria reserva participam do longa-metragem.

A história, que segundo os produtores irá misturar ação e aventura com questões políticas e ambientais, é inspirada pelo livro “A marcha para o Oeste”, espécie de diário que documentou os 42 anos da expedição dos irmãos sertanistas pela região.

O roteiro é assinado pela carioca Eléna Soarez, autora dos roteiros de “Eu tu eles” (2000) e “Redentor” (2003), e a produção é da O2 Filmes, de Fernando Meireles.

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Caio Blat, Felipe Camargo e João Miguel, que estarão
em ‘Xingu’ (Foto: Divulgação)

Acidente aéreo

Dias antes do início das filmagens, um acidente aéreo assustou a equipe de “Xingu”. Na última terça-feira, um avião de pequeno porte que voava sobre a região com um fotógrafo e um assistente de fotografia da produção caiu sobre o Parque Estadual do Lajeado, no Tocantins.

As vítimas e o piloto da aeronave foram encaminhadas pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Geral de Palmas. Ainda na terça-feira, a O2 divulgou uma nota afirmando que os três passavam bem.

Nesta quinta, a assessoria de imprensa do filme informou que um dos membros da equipe de “Xingu” já foi liberado, outro segue internado após operar o tornozelo, e que o piloto também continua hospitalizado sem previsão de alta.

As causas da queda da aeronave ainda não foram determinadas.

Do G1, em São Paulo

“O Método” na visão de um continuista

Publicado por admin em 12 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

Caro Fernando,

Tomei a liberdade de te escrever este e-mail após ficar sabendo sobre “o método” através da imprensa . Achei que poderia contribuir para o debate dando a minha visão sobre este tema, que já venho discutindo com diversos diretores e montadores com os quais já trabalhei. Sou continuísta há 9 anos, já trabalhei em mais de 10 longas nos Estados Unidos (um deles coincidentemente com o mesmo produtor executivo de dois dos seus filmes, o Simon Channing Williams), mais uma dezena de filmes brasileiros, e também inúmeros comerciais estrangeiros rodados no Brasil.

No meu entender, quem sempre fez a ponte entre a filmagem e a montagem, entre o diretor e o montador, é a continuísta, inclusive em comerciais. Sinto uma desvalorização crescente da minha profissão aqui, onde muitos diretores acham que a continuísta está no set apenas para conferir questões de “continuidade” (sim, o nome da profissão realmente não ajuda muito!), quando, na verdade, um dos pilares desta profissão é a organização do material para a montagem, para que ele chegue claquetado corretamente, com indicações sobre o plano e também com informações precisas sobre os takes válidos. Um bom relatório de uma continuísta pode oferecer ao montador uma espécie de “mapa” para que ele possa montar o filme com mais eficiência e rapidez.

Venho observando com horror em alguns projetos em que por algum motivo resolvem subverter o clássico “claquete/ação/corta”, e eu já começo a calcular mentalmente a quantidade de horas que um assistente de montagem vai ficar lá tentando entender o que é aquilo, valeu ou não, e ainda sem referências para synchar o som quando muitas vezes são duas câmeras de dois formatos diferentes… resultando naqueles problemas que você tão bem já expôs nas suas declarações sobre “o método” e nos e-mails de outros profissionais.

Por outro lado, também fico um pouco decepcionada com alguns montadores que “desprezam” os boletins de continuidade, porque dizem com certa empáfia que “não montam com papel”. :-) Minha impressão é a de que cada vez mais eles vão tem que dar uma olhadinha nos tais boletins para poder encontrar os benditos planos com seus respectivos benditos números de clips que valeram no meio de tanto lixo digital.

Como até sugeriu a Flavia Zanini, eu entendo que a continuísta é o profissional adequado para organizar o material para a montagem, tanto em longas quanto em comerciais. É a pessoa que já tem prática em preencher este tipo de relatório, em checar e re-checar informações com os assistentes de câmera, e pode passar para o logger, depois para os assistentes de montagem, os montadores e finalizadores, um boletim preciso do que aconteceu durante a filmagem/gravação. A idéia de uma “continuísta” num comercial a princípio parece estranha, mas quanto mais o set vai se distanciando dos parâmetros já testados e aprovados durante 100 anos de história do cinema, mais esta função, que tem por princípio organizar e concentrar todas as informações num só documento, se torna necessária, poupando tempo e dinheiro na pós.

Desenvolvi alguns relatórios tanto para comerciais quanto para longas. Se você quiser, posso te posso te mandar alguns exemplos em pdf para te dar uma idéia do que estou falando.

Bom, vou me despedindo, Fernando, te desejo boa sorte na aplicação do “método”, pode ter certeza de que ele é muito bem-vindo!

um abraço,

Aline

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Aline,

Acho que esta nova situação com filmagens em digital deve trazer de volta as continuistas para o mercado. Quando se roda 40 minutos de material com claquetes, ter alguém no set para organizar o material ajuda mas não é indispensável, quando se roda horas aí a função faz toda a diferença.

Vou passar seu email para frente e ver se alguns diretores da O2 se interessam em incorporar a função.

Te agradeço o interesse.

Suerte

Fernando

Caio Blat é um dos irmãos Villas Bôas em Xingu

Publicado por admin em 06 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

Confira matéria publicada no site do jornal O Globo em 05 de julho de 2010, às 16:05, sobre o ator Caio Blat que interpreta um dos irmãos Villas Bôas no novo longa que a O2 está produzindo, Xingu, com direção de Cao Hamburger.

xingu oglobo - xingu oglobo

“O Método” vira matéria no jornal O Globo

Publicado por admin em 05 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

A matéria abaixo foi originalmente publicada na edição desse último domingo, dia 04 de Julho, pelo jornal O Globo.

materia metodo - materia metodo

Xingu no Portal Uol

Publicado por admin em 01 Jul 2010 | sob: Sem Categoria

Confira matéria postada no Uol Cinema, do Portal Uol, em 01 de Julho de 2010.

Cao Hamburger promete polêmica em filme sobre os irmãos Villas Boas

XINGU CAO - XINGU CAO
Cao Hamburger (de frente) discute com o diretor de arte Cássio Amarante, o diretor de fotografia Adriano Goldman e o ator Caio Blat detalhes de “Xingu”

Constantemente celebrados como parâmetros da antropologia indígena no Brasil, os irmãos paulistas Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Boas serão objeto de uma cinebiografia, “Xingu”, assinada pelo diretor Cao Hamburger (“O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias”), cujas filmagens começam no próximo dia 20 de julho, na Amazônia. Os intérpretes do trio serão Felipe Camargo (Orlando), João Miguel (Cláudio) e Caio Blat (Leonardo).

Falando ao UOL Cinema por telefone, de um barco, a partir da cidade de São Félix (TO), uma das locações da produção, Hamburger lembra que seu engajamento no processo decorreu de um convite de Fernando Meirelles, o cineasta e dono da produtora O2, que aqui funciona como produtor.

A semente inicial do filme, no entanto, foi uma queixa de Noel Villas Boas, filho de Orlando, a Meirelles. “Ele procurou o Fernando, argumentando que a história de seu pai e tios renderia um ótimo filme. E que estava esquecida”, conta Cao. Aceita a ideia, foi dado início a um longo processo de pesquisa. Só após esta etapa, o diretor aceitou o convite. “Eu sabia por alto quem eles tinham sido, claro, mas isto não bastava. Quando mergulhei no assunto, me apaixonei muito por eles, suas histórias e os personagens que era possível descobrir nesta saga”. Sua parceira nesta fase preliminar foi a antropóloga Maíra Bühler, uma das diretoras do documentário “Elevado 3.5”, vencedor do Festival É Tudo Verdade em 2007.

Uma precondição para a entrada do diretor no filme foi a livre disposição do roteiro, já que se trata de uma ficção. “Só topei depois que a família concordou com esta liberdade. Afinal, o roteiro é baseado em fatos reais, mas bastante ficcionado em termos de juntar personagens, eventos e mexer com a cronologia”, observa Hamburger. O roteiro, que custou três anos de desenvolvimento, é assinado pelo próprio diretor, Anna Muylaert (diretora de “É Proibido Fumar”) e Elena Soárez.

Sintonias históricas

Mesmo sem perder de vista a imagem heroica dos sertanistas, que foram pioneiros no contato com indígenas isolados e idealizadores da criação do Parque do Xingu, em 1961, Hamburger admite que “Xingu” conterá potencial para controvérsias. “Certamente, eles foram herois no meio de uma guerra entre o avanço da cultura dita ‘civilizada’ e a cultura tida como ‘selvagem’. Mas a gente não pode ignorar diversos aspectos, inclusive que vários conceitos mudaram”.

Uma das formas de dar conta desta complexidade será dar destaque a personagens indígenas. O diretor conta que há pelo menos sete que “tem falas”, fora um elenco de apoio que inclui cerca de 100 índios. Os atores indígenas foram selecionados nas aldeias do Parque do Xingu e também fora dele – como em Palmas (TO), por exemplo – e estão participando de oficinas de interpretação, coordenadas pelo próprio Cao e por Christian Duurvoort, que já trabalhou como preparador de elenco com o diretor na série de TV “Filhos do Carnaval”.

A história cobre um período que vai de meados da década de 1940 aos anos 1970, o que representa a maior parte da vida ativa dos sertanistas (exceto Leonardo, que morreu em 1961). Como explica o diretor, “os anos 40 foi quando eles se lançaram, sem saber o que procuravam, na expedição Roncador-Xingu, no governo Getúlio Vargas, para explorar e povoar o Centro-Oeste. Era um Brasil desconhecido onde eles, que eram jovens, foram procurar aventura, pois não queriam viver na cidade. À medida que têm essa experiência, no entanto, eles se apaixonam pela causa indígena”.

A história se fecha nos anos 70, um pouco antes da aposentadoria de Cláudio e Orlando e pouco depois da criação do parque do Xingu que, como lembra o diretor, “foi a primeira reserva indígena de grandes dimensões no Brasil”. Cláudio morreu em 1998 e Orlando, em 2002.

Estão previstas dez semanas de filmagem em locações no parque do Xingu e cidades do Tocantins. O diretor observa que a produção tomou o cuidado de limitar os dias de filmagem previstos no parque – estimados em no máximo dez dias – para “evitar perturbar demais os índios”, aproveitando que Tocantins “uma pré-Amazônia, uma transição para o cerrado, é bastante semelhante”. Haverá também uma pequena parte de filmagens em São Paulo.

O plano é que “Xingu” esteja pronto no ano que vem, quando se completam 50 anos da fundação do parque. Para o diretor, o filme “terá drama, aventura e até romance. Será uma combinação de entretenimento e lançador de questões polêmicas”. Por todas as questões sociais, filosóficas e culturais que pretende levantar, Hamburger acredita que “mesmo sendo um filme de época, será muito contemporâneo”.

XINGU VILLAS - XINGU VILLAS
Cláudio (esq.) e Orlando Villas Boas no posto avançado de Serra do Cachimbo da Expedição Roncador/Xingu, no Rio das Mortes (9/04/1951)

César Charlone entre os dez mais da década, em lista da American Cinematographer

Publicado por admin em 29 Jun 2010 | sob: Sem Categoria

A matéria abaixo foi originalmente publicada no site da revista American Cinematographer, que listou os 50 filmes mais bem fotografados entre 1998 e 2008. César Charlone, fotógrafo e diretor, aparece na 9ª posição, pela fotografia do longa metragem “Cidade de Deus”, produção da O2, lançado em 2002.
Todos os filmes que compõe a lista foram pré-selecionados por um júri composto por leitores e assinantes da revista, e posteriormente abertos para a votação do público, no site da American Cinematographer. Foram computados mais de 17000 votos.

    American Cinematographer Poll Names Amélie
    Best-Shot Film of 1998-2008

    HOLLYWOOD, June 29, 2010 - Jean-Pierre Jeunet’s Amélie, shot by Bruno Delbonnel, ASC, AFC,has been named the best-shot film of 1998-2008 in a recent online poll conducted by American Cinematographer (AC) magazine.

    “This is a real honor for me, especially considering the other movies in this list,” says Delbonnel. “These are some of the finest cinematographers, and I’m not sure I deserve to be among them, but I am very happy to be. They are all explorers.”

    The poll is a follow-up to one published in 1999 by AC, in honor of the American Society of Cinematographers’ 80th anniversary; that vote covered the best-shot movies of 1894-1997 (www.theasc.com/magazine/mar99/best/index.htm). For the new poll, ACasked its international audience of subscribers to nominate 10 films released between 1998 and 2008 that they believed had the best cinematography. A final ballot listing the 50 most popular nominees was then posted on the ASC website (www.theasc.com), and the final vote was open to the public. More than 17,000 people around the world participated. The Top 10 results are:

    1. Amélie: Bruno Delbonnel, ASC, AFC (2001)
    2. Children of Men: Emmanuel Lubezki, ASC, AMC (2006)
    3. Saving Private Ryan: Janusz Kaminski (1998)
    4. There Will Be Blood: Robert Elswit, ASC (2007)
    5. No Country for Old Men: Roger Deakins, ASC, BSC (2007)
    6. Fight Club: Jeff Cronenweth, ASC (1999)
    7. The Dark Knight: Wally Pfister, ASC (2008)
    8. Road to Perdition: Conrad L. Hall, ASC (2002)
    9. Cidade de Deus (City of God): César Charlone, ABC (2002)
    10. American Beauty: Conrad L. Hall, ASC (1999)

    “The wealth of great cinematography during this 10-year period was truly staggering, and the variety and scope of this Top 10 is the tip of the iceberg,” says Michael Goi, president of the American Society of Cinematographers. “What’s immediately evident is how international the craft of cinematography truly is, and how the ASC embraces these artists as its members, regardless of their geographical locations or the budgets they work with. It’s all about the power of the moving image to tell stories.”

    The 40 other nominees placed as follows:

    11) The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford (Deakins);
    12) Tie: In the Mood for Love (Christopher Doyle, HKSC, and Mark Li Ping-bin) and Pan’s Labyrinth (Guillermo Navarro, ASC);
    13) The Lord of the Rings trilogy (Andrew Lesnie, ASC, ACS);
    14) Eternal Sunshine of the Spotless Mind (Ellen Kuras, ASC);
    15) Gladiator (John Mathieson, BSC);
    16) The Matrix (Bill Pope, ASC);
    17) The Thin Red Line (John Toll, ASC);
    18) The Diving Bell and The Butterfly (Kaminski);
    19) Slumdog Millionaire (Anthony Dod Mantle, BSC, DFF);
    20) Tie: Eyes Wide Shut (Larry Smith, BSC) and Requiem for a Dream (Matthew Libatique, ASC);
    21) Kill Bill (Robert Richardson, ASC);
    22) Moulin Rouge (Donald M. McAlpine, ASC, ACS);
    23) The Pianist (Pawel Edelman, PSC);
    24) Hero (Doyle);
    25) Black Hawk Down (Slawomir Idziak, PSC);
    26) O Brother, Where Art Thou? (Deakins);
    27) Babel (Rodrigo Prieto, ASC, AMC);
    28) Lost In Translation (Lance Acord, ASC);
    29) Crouching Tiger, Hidden Dragon (Peter Pau, HKSC);
    30) The Curious Case of Benjamin Button (Claudio Miranda, ASC);
    31) The Man Who Wasn’t There (Deakins);
    32) The New World (Lubezki);
    33) Sin City (Robert Rodriguez);
    34) Atonement (Seamus McGarvey, ASC, BSC);
    35) Munich (Kaminski);
    36) The Prestige (Pfister);
    37) Memoirs of a Geisha (Dion Beebe, ASC, ACS);
    38) The Aviator (Richardson);
    39) Zodiac (Harris Savides, ASC);
    40) The Insider (Dante Spinotti, ASC, AIC);
    41) Gangs of New York (Michael Ballhaus, ASC);
    42) Tie: Brokeback Mountain (Prieto) and The Fountain (Libatique);
    43) The Fall (Colin Watkinson);
    44) The Passion of the Christ (Caleb Deschanel, ASC);
    45) Snow Falling on Cedars (Richardson);
    46) House of Flying Daggers (Xiaoding Zhao); and
    47) Sky Captain and the World of Tomorrow (Eric Adkins).

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