Fernando Meirelles fala sobre a Embrafilme no Estadão

Publicado por admin em 30 Nov 2009 | sob: Sem Categoria

A matéria abaixo foi publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 29 de novembro de 2009, no Primeiro Caderno. Confira:

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“Som e Fúria” estreia no HSBC - Repercussão

Publicado por admin em 19 Nov 2009 | sob: Sem Categoria

Confira matérias que foram publicadas nos sites G1/Uol Cinema e no CineWeb, respectivamente, no dia 19 de Novembro de 2009.

Fernando Meirelles lança versão para cinema de ‘Som e Fúria’
Longa condensa quatro dos oito episódios da série original. Elenco reúne Pedro Paulo Rangel, Felipe Camargo e Andrea Beltrão.

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Seguindo o mesmo caminho de produções como “O Auto da Compadecida” (2000) e “Caramuru - A invenção do Brasil” (2001), a minissérie da Rede Globo “Som e Fúria” chega aos cinemas depois de exibida na televisão em agosto passado.

A versão, que estreia apenas em uma sala em São Paulo, condensa quatro dos oito episódios do original. Aqui, estão apenas aqueles dirigidos por Fernando Meirelles e Toniko Melo, que também é responsável pela nova montagem.

“Som e Fúria” é baseado na série canadense “Slings and Arrows” e, basicamente, mostra um grupo de teatro às voltas com uma montagem de “Hamlet”, de William Shakespeare. No filme, Oliveira (Pedro Paulo Rangel) é um diretor mergulhado em problemas que encerra uma apresentação de “Sonho de uma Noite de Verão” e acaba atropelado por um caminhão, num momento de crise de criatividade.

Para salvar o destino da companhia que precisa urgentemente montar o clássico, a solução é chamar Dante Viana (Felipe Camargo) para assumir o posto de diretor artístico. Ele vai montar a peça, mas existe um problema do passado, uma questão mal resolvida: no auge de sua carreira como ator, ele interpretou o príncipe atormentado da Dinamarca, mas abandonou a peça depois de poucas apresentações e entrou em decadência. Na época, ele era dirigido por Oliveira e atuava com sua namorada, Elen (Andrea Beltrão), que até hoje é a diva da companhia.

Em meio a esses fantasmas do passado, Dante precisa montar um “Hamlet” de sucesso, lidar com a inveja do diretor financeiro da companhia (Dan Stulbach), fazer um ator de televisão (Daniel de Oliveira) interpretar o protagonista da peça de forma convincente e aturar o fantasma de Oliveira, que o atormenta, mas também o ajuda várias vezes.

“Som e Fúria” tem uma história simples de bastidores de teatro. Ao tentar levar Shakespeare para a televisão, mantendo o que mais importa — seus conflitos, tramas e personagens –, Meirelles, que idealizou a versão brasileira da série, conseguiu o feito de dessacralizar o bardo sem o reduzir ao vazio das telenovelas, por exemplo. No entanto, a versão para o cinema parece não dar o tempo necessário para que tramas e personagens se desenvolvam.

Muitas pontas acabam soltas e, quando retomadas, parece haver uma cratera no meio. Exemplo: Oliveira gostaria que quando morresse seu crânio fosse doado para a companhia e servisse como objeto de cena em Hamlet. Ao saber da morte do amigo, Dante fica preocupado, pois deverá cumprir a promessa. Poucas cenas depois ele está com uma caixa térmica que supostamente contém a cabeça. O assunto morre aí. E só no final do filme o crânio é novamente lembrado.

São detalhes que mostram que o filme é o que exatamente é: condensação de uma obra maior.

Por Alysson Oliveira, do Cineweb

(As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb)

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‘Shakespeare é o cara’ e não Lula, diz Fernando Meirelles ao lançar “Som & Fúria” no cinema

“O Lula que me desculpe, mas Shakespeare é que é o cara, depois vem a Marina Silva, depois não sei mais”. Estas são as palavras do cineasta Fernando Meirelles, ao comentar a repercussão da série de televisão Som & Fúria, que ele codirigiu para a Rede Globo, exibida em agosto passado, e que agora estreia numa sala de cinema em São Paulo, em uma versão compacta de pouco mais de 90 minutos.
A nova montagem foi assinada por um dos cinco diretores do programa televisivo, Toniko Melo, ao lado de Livia Serpa e Daniel Grinspum, e conta com apenas quatro dos oito capítulos do original. “Eu achei uma narrativa central que poderia ser o condutor do enredo. Basicamente, é a história de um ator de novela das sete, interpretado por Daniel de Oliveira, que vai fazer Hamlet no teatro”, explica Melo. Essa nova versão surgiu originalmente para ser exibida num festival de televisão em Roma.

Para Meirelles, a grande sacada da série foi levar William Shakespeare para o grande público. “Fora o prazer que foi mergulhar neste universo, creio que conseguimos cumprir o que nos propusemos. Fizemos uma série que é ao mesmo tempo divertida, dramática, popular e inteligente”. No entanto, apesar do sucesso, o cineasta confessa não saber se haverá uma segunda temporada do programa. “Estávamos preparados para fazer um ‘Rei Lear’ e talvez um ‘Othelo’, mas a Globo puxou o breque de mão por enquanto.”

Mesmo assim, Meirelles e Melo esperam que essa popularidade de Shakespeare aumente um pouco mais, apesar do lançamento restrito do filme. “Como a O2 Filmes é sócia do HSBC Belas Artes [SP] resolvemos nos autoprogramar. Mas é um lançamento hipermodesto. Uma cópia do filme apenas e 15 cópias de um pôster feito quase artesanalmente “, revela o diretor de “Cidade de Deus”.

Já para Melo, fazer “Som & Fúria”, adaptada da canadense “Slings and Arrows”, foi a chance de mostrar para o público que o Bardo fala de gente como a gente. “Tentamos tirar o floreado, sem comprometer a beleza e a profundidade do texto. O filme tem a possibilidade de pegar também um público que não acompanhou o programa na televisão”.

Meirelles, aliás, mostra-se bastante empolgado com a parceria com a televisão e seus possíveis frutos. “Essa foi uma solução que encontrei para os meus filmes, mas não quer dizer que seja adequada para todo mundo. Rodar em inglês facilita conseguir o financiamento para projetos e garante uma melhor distribuição internacional dos filmes. Trabalhar para a TV aqui me permite rodar na minha língua e garante também maior número de espectadores no Brasil que um filme.”

O cineasta está bastante empolgado com essa parceria e pretende fazer outros projetos nesses moldes. Por outro lado, ele também não abre mão de coproduções com outros países. “Uma coisa é certa: quanto mais pudermos contar com o mercado internacional para a distribuição, mais portas de financiamento e possibilidades de um filme se pagar haverão. Mesmo para filmes falados em português”.

Ainda que sabendo como tocará seus próximos projetos, Meirelles demonstra-se um pouco reticente quanto a quais filmes fará no futuro. “Estou trabalhando em dois roteiros e tenho que decidir o que farei. Um mistério para mim mesmo.” Mello, por outro lado, já está montando seu primeiro longa solo, VIPs, inspirado na história verídica de um farsante que se passou por presidente da companhia aérea Gol. O roteiro é assinado por Bráulio Mantovani (Linha de Passe) e traz Wagner Moura no papel principal.

“O convite do Fernando para eu codirigir a série foi como um aquecimento para o meu longa, que já está em processo de montagem, e deve chegar aos cinemas e meados do próximo ano”, adianta Melo.

Primeiro longa de Nando Olival no Portal UOL Cinema

Publicado por admin em 09 Nov 2009 | sob: Sem Categoria

Confira matéria publicada no site UOL Cinema do Portal UOL em 09 de Novembro de 2009, às 7:00hs.

“Ela, Ele, Eu” fala da transformação de jovens em adultos”

Foi em clima de festa universitária que o UOLencontrou o set de “Ela, Ele, Eu”, estreia de Nando Olival na direção solo de longa-metragem. No vigésimo quinto andar de uma cobertura no centro de São Paulo, trinta faziam figuração para uma cena de festa de calouros de uma faculdade de comunicação. Entre eles, estavam os três protagonistas da história: Camila, Cazé e Rafael.

ela ele eu - ela ele eu

São três jovens que vieram estudar em São Paulo e por uma estranha e imediata atração decidem, nesta mesma noite, morar juntos e dividir um apartamento. Tornam-se amigos leais e inseparáveis, e passam a ter uma grande relação de amor. São três pessoas com características muito diferentes, mas que se completam e se sentem como uma única pessoa.

Co-diretor de “Domésticas” (2001) e diretor de mais de 600 filmes publicitários, Nando escolheu trabalhar com os jovens para tratar da formação. “Me interessa muito esses rituais de passagem, como entrar na faculdade. Não queria personagens muito definidos, a idéia é que eles fossem mudando ao longo do caminho”, conta o diretor.

Para escolher o elenco, Olival começou com testes individuais e depois foi montando e trocando os grupos até encontrar o ideal: Juliana Schalch (Camila), Victor Mendes (Cazé) e Gabriel Godoy (Rafael). “Quando os vejo juntos no set tenho a impressão que nunca vou conseguir espelhar no filme o quanto eles são próximos”, diz Olival.

Eu, Ele, Ela
Os três atores são estreantes em cinema, com idades entre 21 e 25 anos, já passaram pela faculdade e conhecem bem esse universo. Para criar seus personagens, eles buscaram referências em suas próprias experiências. Também levaram a amizade em cena para fora dela. “Para a gente criar esse sentimento, de quatro anos, que tem muita proximidade, nós criamos esse vínculo o tempo todo”, conta Juliana.

Morar sozinhos em uma nova cidade, começar a trabalhar e se apaixonar de verdade são algumas das novas situações que esses jovens precisam aprender a lidar. Victor resume o comportamento dos três: “É pouca razão e muito emoção, eles não tentam racionalizar muito a coisa, são muito impulsivos, assim como a maioria dos jovens”.

O amor entre eles não fica apenas na amizade. Para Camila, o homem ideal é a mistura dos dois, mas logo no primeiro mês, Cazé e ela começam a namorar. Rafael precisa aprender a lidar com a situação de ver a mulher amada namorando seu melhor amigo. “É um sentimento muito dolorido, porque não é uma menina que ele vê às vezes, eles moram juntos e ele sempre vê os dois juntos, ele inveja o Cazé, mas ao mesmo tempo o ama”, explica Gabriel.

O filme é uma parceria de Nando com o diretor de fotografia Ricardo Della Rosa e ainda não tem previsão de estreia. Foram 3 semanas e 4 dias de filmagem e o orçamento é de aproximadamente 1 milhão e 300 mil reais. “Criamos um filme de orçamento baixo, ele foi pensado para caber nesse tamanho, nós não estamos sacrificando nada por causa do dinheiro, ele foi concebido para ser um filme pequeno”, conta Olival.

Por DANIELLE NORONHA, Colaboradora do UOL.

“Futebol Brasileiro” no Estadão

Publicado por admin em 29 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Confira matéria publicada no Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo em 29 de Outubro de 2009.

A matéria fala sobre o filme “Futebol Brasileiro” que está sendo exibido na 33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme foi uma produção realizada pela O2 Internacional em 2008, com direção da japonesa Miki Kuretani, co-direção da colaboradora da O2 Filmes Tatiana Vilela, direção de fotografia de César Charlone e roteiro de Marco Korodi e Shigehiro Morya.

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“Filhos do Carnaval” na Folha de São Paulo

Publicado por admin em 19 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Confira abaixo a crítica esrita por Bia Abraão, da Folha de São Paulo, sobre a série “Filhos do Carnaval” e sua segunda temporada em cartaz.

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Fernando Meirelles fará longa em Nova York

Publicado por admin em 19 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Confira abaixo notícias sobre o diretor Fernando Meirelles, que fará uma comédia em Nova York, programada para filmar no ano que vem. As notícias são do caderno Ilustrada da Folha de São Paulo, do portal de notícias G1 e do portal da UOL.

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Diretora da O2 em Festival

Publicado por admin em 16 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Confira abaixo imagens do catálogo do “Festival of Visual Culture”, festival finlandês, no qual o documentário “Dona Helena”, da diretora Dainara Toffoli, foi apresentado. Há também um recorte de um jornal finlandês, com uma matéria sobre Dainara e seu filme.

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“Som e Fúria” vai virar filme

Publicado por admin em 15 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Confira nota publicada na coluna de Mônica Bérgamo para o caderno Ilustrada na Folha de São Paulo em 15 de Outubro de 2009.

ENXUTO

Estreia no dia 21 de novembro em São Paulo o filme “Som & Fúria”. É isso mesmo: a série, produzida pela O2, de Fernando Meirelles, e estrelada por Felipe Camargo, Andréa Beltrão, Dan Stulbach e Daniel Oliveira, entre outros, foi editada e virou um longa de uma hora e meia. “A novidade é que vai estrear com um número inédito de cópias, com o que esperamos fazer 2 milhões e meio de espectadores e bater, assim, o recordista brasileiro do ano, “Divã’”, diz Meirelles. E qual é o número espetacular de cópias? “Uma, no nosso HSBC Belas Artes”, diz o diretor. “Low profile é isso aí!”

COB no Jornal da Globo

Publicado por admin em 07 Out 2009 | sob: Sem Categoria

Segue abaixo matéria que foi ao ar no Jornal da Globo do dia 06 de Outubro de 2009 falando sobre os filmes que a O2 produziu para a candidatura do Rio de Janeiro para as Olimpiadas de 2016.

“Filhos do Carnaval” na Folha de São Paulo

Publicado por admin em 30 Set 2009 | sob: Sem Categoria

Segue abaixo matéria originalmente publicada no caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo em 29 de Setembro de 2009.

Série “Filhos do Carnaval” volta à TV após quatro anos

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Walmor Chagas, que raspou acabeça para viver Comodoro, destaque desta temporada

Jece Valadão faz falta. Tanto que o primeiro capítulo da segunda temporada de “Filhos do Carnaval”, produção que a HBO estreia neste domingo, tem nome de despedida em italiano, “Arrivederci”.

O ator, que morreu em novembro de 2006, interpretou o bicheiro e líder de comunidade Anésio Gebara na primeira temporada da série, exibida em 2006 pelo canal pago.

Sem sua presença, os criadores Cao Hamburger (que assina a direção-geral) e Elena Soárez (roteirista), tiveram que repensar os rumos da trama. “Foi nosso primeiro grande desafio. Mas percebemos que podíamos tirar vantagem dessa ausência, pensando na herança que isso traz”, conta Cao.

Assim, os três filhos de Gebara se reencontram no primeiro capítulo, durante o enterro do patriarca. Quem assume os negócios da família é o filho mais novo, Claudinho (interpretado por Enrique Díaz), personagem responsável também pelos momentos irônicos da série.

Os outros dois irmãos, filhos ilegítimos, são Nilo (Thogun) e Brown (Rodrigo dos Santos).

Eles caem em um golpe de Claudinho, que forja o reconhecimento de paternidade de seus irmãos apenas para dividir com eles as responsabilidades criminais das atividades ilegais da família Gebara.

Essa é a “herança maldita” que o personagem de Jece Valadão deixou a seus filhos, que em um primeiro momento ficam emocionados com a atitude tardia do pai.

Poderoso Chefão

Como no famoso filme de Francis Ford Coppola, nem a família é confiável. O tio Comodoro (Walmor Chagas), tem apenas um desejo: vingança.

Aos 89 anos, Walmor não hesitou em raspar a cabeça para compor o personagem: “Foi bom para variar o visual”, diz.

A atriz Mariana Lima, que interpreta a mulher de Claudinho, confirma a semelhança da série com a família Corleone: “Foi uma inspiração para a equipe, tanto que a minha personagem tem um pouco do caminho da Kay [mulher de Michael, que assume a chefia da família], de não querer fazer parte daquele universo”.

O intervalo de quatro anos entre as duas temporadas foi resultado, segundo os produtores, de problemas de agenda e da “demora natural para produção desse porte”.

Haverá uma terceira temporada? “A vontade é de continuar. Se dependesse de mim, a cada ano faríamos uma nova temporada. Por isso, temos muita cautela na hora de matar alguém”, brinca a roteirista Elena Soárez. Os espectadores agradecerão se o intervalo não chegar aos 16 anos que separam os últimos dois filmes da trilogia de Coppola.

FILHOS DO CARNAVAL - 2ª TEMPORADA
Quando: estreia dia 4/10, às 22h
Onde: HBO
Classificação: 18 anos

Por Rodrigo Russo.

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